Pela 2ª vez ganho a medalha do INSTITUTO TIRADENTES de Mina Gerais como o 3º Vereador mais atuante de São Tomé.
Estou muito feliz não só pela honraria mais principalmente pelo reconhecimento da população da minha querida São Tomé.
Muito obrigado a todos pelo reconhecimento do meu trablho!!!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Ex-ministros dizem que ambiente foi 'exilado' na negociação da Rio+20
Manifesto lançado nesta quarta cobra pressão do Brasil na pauta
ambiental.
Para negociador na Rio 92, há tempo de mudar agenda da
cúpula da ONU.
Um grupo de ex-ministros do Meio Ambiente do Brasil, especialistas e
políticos, divulgou nesta quarta-feira (18), em São Paulo, manifesto que
pede ao governo brasileiro mais atenção à pauta ambiental nas
negociações da Rio+20.
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, será
realizada em junho, no Rio de Janeiro, e deve reunir cerca de cem
chefes de Estado, segundo o Itamaraty.
Chamado de “Rio mais ou menos 20”, o documento, assinado pelos
ex-ministros Marina Silva, José Goldenberg, José Carlos de Carvalho, o
embaixador e ex-negociador da ONU, Rubens Ricupero, além de outros
nomes, ressalta a urgência da incluir a agenda climática e ambiental nas
negociações, para evitar o risco de que o encontro se torne irrelevante
e configure em um “retrocesso”.
As contribuições, que serão enviadas à presidência da República,
responsável pela organização e condução das negociações da cúpula,
ressaltam que o país “praticamente ignorou” a dimensão climática.
O documento informa ainda que o país “deve se engajar claramente, por
meio de políticas públicas, na agenda de transição para uma economia de
baixo carbono”, com a criação de planos para reduzir as emissões de
gases causadores do efeito estufa.
“Há uma preocupação com a agenda histórica de 1992, com o exílio da
problemática ambiental na Rio+20. O tema não precisa ser colocado em
oposição ao desenvolvimento sustentável (...). Não há como discutir
crise econômica sem discutir a crise ambiental”, disse a ex-ministra e
ex-senadora Marina Silva, em evento realizado em São Paulo.
Da esquerda
para a direita, os ex-ministros do Meio Ambiente José Carlos de
Carvalho, José Goldemberg, Marina Silva, além do embaixador e negociador
brasileiro na Rio 92, Rubens Ricupero, durante debate realizado na FAAP,
em São Paulo.
(Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)
Sem avanços
Para Marina, a sociedade civil não pode ficar “refém da baixa
expectativa” para a cúpula e o governo não pode “enterrar” o tema
ecologia do debate. “Caso contrário, a Rio+20 será como as conferências
anteriores à Rio 92, onde se debatia desenvolvimento sem o tema
ambiental”.
O físico nuclear, José Goldemberg, disse que o argumento brasileiro de
que o encontro não é uma conferência ambiental representa um “atraso”.
Segundo ele, se não der atenção ao pilar ambiental, os demais pilares
que compõem o “tripé” que norteia a conferência, o social e o econômico,
deixam de existir.
O embaixador Rubens Ricupero, que foi um dos principais negociadores da
Rio 92, disse que o Brasil não está assumindo seu papel de anfitrião na
conferência ao limitar suas opiniões no debate com as nações em
desenvolvimento, que compõem o G77 e China.
“O país tem que posicionar melhor sua opinião e não se juntar ao grupo.
Não é mais um debate Norte e Sul”, disse referindo-se ao embate entre
países ricos do Hemisfério Norte contra os pobres do lado de baixo da
Linha do Equador.
Reversão
Para os ex-ministros, há tempo de reverter a agenda da Rio+20, já que deve ocorrer mais duas rodadas de negociação – uma ainda este mês, em Nova York, e em junho, no Brasil, uma semana antes do encontro com os chefes de Estado. “Há muita coisa para fazer e dá para negociar sim, desde que haja vontade e um trabalho conjunto”, explica Ricupero.
Para os ex-ministros, há tempo de reverter a agenda da Rio+20, já que deve ocorrer mais duas rodadas de negociação – uma ainda este mês, em Nova York, e em junho, no Brasil, uma semana antes do encontro com os chefes de Estado. “Há muita coisa para fazer e dá para negociar sim, desde que haja vontade e um trabalho conjunto”, explica Ricupero.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Lula grava mensagem para divulgar o Dia Mundial da Voz
Tive muito medo de perder minha voz. Sou testemunha do valor da
reabilitação da voz no tratamento do câncer de laringe", diz o
ex-presidente agradecendo os fonoaudiólogos que o atendem
O ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva gravou uma mensagem para ajudar a divulgar o Dia Mundial
da Voz, comemorado nesta segunda-feira (16). No vídeo, ele
agradece aos fonoaudiólogos que o atendem e diz que não poderia imaginar
os benefícios que esse tipo de trabalho trariam à saúde dele.
“Tive muito medo de perder minha voz”, diz. “Hoje tenho certeza que ela pode melhorar ainda mais. Sou testemunha do valor da reabilitação da voz no tratamento do câncer de laringe. Espero que a partir do dia 16 eu possa estar cantando melhor do que eu canto hoje”.
Ainda com falhas na voz, Lula conta que durante a radioterapia enfrentou dificuldades de deglutição e ficou mais rouco que o habitual. Ele continua fazendo exercícios fonoaudiológicos diariamente para reduzir esses efeitos indesejáveis do tratamento do câncer.
O vídeo faz parte de uma campanha para a promoção da saúde da voz, criada pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.
Estima-se que entre 5% e 8% da população tenha alguma dificuldade vocal capaz de atrapalhar a comunicação, como voz rouca ou cansaço ao falar. A ocorrência desses problemas aumenta em profissionais como professores, operadores de telesserviços, atores, cantores, entre outros. A rouquidão pode ser um sintoma de câncer de laringe. Foi assim que Lula descobriu a doença.
No sábado (14), o ex-presidente discursou pela primeira vez desde o tratamento do câncer. Estava num palanque em São Bernardo do Campo, durante a inauguração de um centro educacional. “Se eu tivesse juízo, eu não estaria falando, porque minha garganta ainda não está boa”, disse. Depois de falar por sete minutos, tossiu várias vezes, bebeu água e precisou encerrar o discurso.
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“Tive muito medo de perder minha voz”, diz. “Hoje tenho certeza que ela pode melhorar ainda mais. Sou testemunha do valor da reabilitação da voz no tratamento do câncer de laringe. Espero que a partir do dia 16 eu possa estar cantando melhor do que eu canto hoje”.
Ainda com falhas na voz, Lula conta que durante a radioterapia enfrentou dificuldades de deglutição e ficou mais rouco que o habitual. Ele continua fazendo exercícios fonoaudiológicos diariamente para reduzir esses efeitos indesejáveis do tratamento do câncer.
saiba mais
“Espero que todas as pessoas que tenham o problema que eu tive possam
ter acesso ao mesmo tratamento que estou tendo. Afinal de contas todos
precisam ter o melhor neste país”, diz.O vídeo faz parte de uma campanha para a promoção da saúde da voz, criada pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.
Estima-se que entre 5% e 8% da população tenha alguma dificuldade vocal capaz de atrapalhar a comunicação, como voz rouca ou cansaço ao falar. A ocorrência desses problemas aumenta em profissionais como professores, operadores de telesserviços, atores, cantores, entre outros. A rouquidão pode ser um sintoma de câncer de laringe. Foi assim que Lula descobriu a doença.
No sábado (14), o ex-presidente discursou pela primeira vez desde o tratamento do câncer. Estava num palanque em São Bernardo do Campo, durante a inauguração de um centro educacional. “Se eu tivesse juízo, eu não estaria falando, porque minha garganta ainda não está boa”, disse. Depois de falar por sete minutos, tossiu várias vezes, bebeu água e precisou encerrar o discurso.
DIA DA CONSERVAÇÃO DO SOLO 15 DE ABRIL
A data de 15 de Abril foi escolhida para o Dia da Conservação do Solo em homenagem ao nascimento do americano Hugh Hammond Bennett (15/04/1881- 07/07/1960), considerado o pai da conservação dos solos nos Estados Unidos, o primeiro responsável pelo Serviço de Conservação de Solos daquele país. Suas experiências estudando solos e agricultura, nacional e internacionalmente, fizeram dele um conservacionista dedicado. Também pela capacidade de comunicação de seus textos, muito conquistou para a causa mundial da conservação.
Carro perde controle e invade segundo andar de casa em SP
Oito pessoas – cinco crianças – estavam no imóvel atingido.
Nenhum
morador ficou ferido.
Um carro invadiu o segundo andar de uma casa no Itaim Paulista, Zona
Leste de São Paulo,
neste domingo (16). Oito pessoas estavam no imóvel no momento do
acidente, mas nenhum morador ficou ferido.
Testemunhas contaram que o motorista desceu a rua, atravessou o córrego
e só parou quando bateu na parede da casa, no segundo andar. Das oito
pessoas que estavam na casa, cinco são crianças.
No quarto onde o veículo bateu dormia um bebê de 6 meses. A cama dele
não foi atingida por pouco. Alessiane Jesus de Almeida dormia com o
filho na cama e acordou assustada com o barulho da batida. “Eu corri
logo, pensava que a casa estava caindo, nem vi o carro. Depois que eu
vi, do outro lado da casa”, contou.
A irmã dela, dona da casa, estava com o filho do outro lado. A criança
não foi atingida por pouco. “Ele tinha acabado de ir ao banheiro, lá
onde o carro entrou. Ele saiu, quando eu cheguei no meu quarto e deitei
eu ouvi o barulho”, disse Luciene Jesus de Almeida.
Os bombeiros tiveram que subir na laje da casa e usar uma corda para
resgatar o motorista do carro. Ele não teve ferimentos graves - foi
levado para o hospital, fez exames e foi liberado.
domingo, 15 de abril de 2012
FOTO: LUCAS COM A CAMISA DO UNIÃO SUZANO
Para conferir as notícias do novo clube do zagueiro Lucas é só acessar o
site: http://www.uniaosuzano.com.br/
sexta-feira, 13 de abril de 2012
RN terá 5.690 unidades do Minha Casa 2
A presidenta Dilma Rousseff anunciou ontem, em Brasília (DF), os 2.582
municípios brasileiros com até 50 mil habitantes selecionados para a
construção de 107.348 unidades habitacionais do programa Minha Casa,
Minha Vida 2 (MCMV 2). No Rio Grande do Norte serão construídas 5.690
unidades, em 139 municípios. Ao todo, o Minha Casa, Minha Vida 2
investirá R$ 2,8 bilhões em moradias para famílias com renda mensal de
até R$ 1.600,00. Do total de municípios selecionados, 1.163 estão sendo
contemplados pela primeira vez pelo programa.
De acordo com o Ministério das Cidades,
para essa nova etapa foram recebidas 8.939 propostas destinadas à
construção de 426.146 unidades em 4.042 municípios. Foi preciso, no
entanto, fazer uma seleção considerando o nível de pobreza de cada um.
Segundo o ministério, o programa, nessa modalidade tem o objetivo de
atender às famílias com renda mensal de R$ 1,6 mil, residentes em áreas
urbanas. Os empreendimentos são de pequeno porte e as propostas foram
limitadas a 50 unidades habitacionais, sendo no máximo duas por
município.
O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, ressaltou, em discurso durante o lançamento do programa, a necessidade de parceria com os prefeitos para que o programa possa chegar às cidade menores. "Os mais de 2,5 mil municípios que serão beneficiados nessa nova etapa representam todo o espectro de nossas forças políticas".
Segundo Ribeiro, "foi preciso fazer muitos cálculos - cálculo sobre como fazer mais com menos, cálculo para ajudar os brasileiros que mais precisam, mas o único que não se fez foi o político. É uma prova prática do governo da presidenta Dilma Rousseff, que encara o desafio de governar um país complexo como o nosso sem discriminação".
Os estados também puderam cadastrar uma proposta para municípios de até 20 mil habitantes e duas para municípios entre 20 e 50 mil habitantes. Dados do governo mostram que na primeira fase do programa foram contratadas mais de 60 mil moradias em quase 2 mil municípios. A meta para essa nova etapa é contratar mais 220 mil moradias até 2014.
| Dilma anunciou construção de mais 107 mil unidades para baixa renda. Foto: Ronaldo de Oliveira/CB /D.A Press |
O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, ressaltou, em discurso durante o lançamento do programa, a necessidade de parceria com os prefeitos para que o programa possa chegar às cidade menores. "Os mais de 2,5 mil municípios que serão beneficiados nessa nova etapa representam todo o espectro de nossas forças políticas".
Segundo Ribeiro, "foi preciso fazer muitos cálculos - cálculo sobre como fazer mais com menos, cálculo para ajudar os brasileiros que mais precisam, mas o único que não se fez foi o político. É uma prova prática do governo da presidenta Dilma Rousseff, que encara o desafio de governar um país complexo como o nosso sem discriminação".
Os estados também puderam cadastrar uma proposta para municípios de até 20 mil habitantes e duas para municípios entre 20 e 50 mil habitantes. Dados do governo mostram que na primeira fase do programa foram contratadas mais de 60 mil moradias em quase 2 mil municípios. A meta para essa nova etapa é contratar mais 220 mil moradias até 2014.
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