sábado, 17 de março de 2012

Taxa de juro do cheque especial pode cair para 3% ao mês .

BRASÍLIA — O governo anunciará na próxima semana um conjunto de medidas para baixar o custo do crédito no país. O Banco do Brasil vai reduzir em 50%, em média, as taxas de juros cobradas em financiamentos concedidos a pessoas físicas e empresas. Outros bancos públicos, como Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB) também vão entrar no plano. Os objetivos são derrubar os juros para famílias e empresas, pressionar as instituições privadas a fazerem o mesmo e, com isso, ajudar o país a crescer os 4,5% em 2012 que a presidente Dilma Rousseff quer. Com essa medida, o governo usa outra frente para reduzir o custo do dinheiro no país, logo depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) ter deixado claro na ata da última reunião, divulgada esta semana, que os juros só devem cair a 9%. Hoje estão em 9,75%.
As linhas de capital de giro para o setor produtivo em geral ficarão mais baratas. Outra novidade é a redução das taxas de cheque especial para pessoas físicas. Em alguns casos, ela baixará de 12% para 3% ao mês.
Além disso, haverá a flexibilização das regras para a portabilidade do crédito. Neste caso, a ideia é permitir que os clientes bancários possam migrar de uma instituição para outra que lhes ofereça taxas mais baratas com menos burocracia.
Entre as ações mais pontuais estão a redução do spread bancário — a diferença entre o custo de dinheiro para o banco e quanto que ele cobra dos clientes — para os exportadores que usam o chamado Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC). Esse tipo de operação é liderada pelo BB no país.
Segundo técnicos da área econômica, a agenda de redução do spread foi retomada no fim do ano passado, quando o governo viu a necessidade de estimular o crescimento da economia depois da forte desaceleração provocada no início de 2011. A ordem foi que cada instituição trabalhasse para reduzir suas taxas o máximo possível, sem provocar desequilíbrios em seus balanços.
Um primeiro esboço foi mostrado à presidente Dilma há algumas semanas, mas ela pediu um corte maior nos juros. Foi depois disso que o BB decidiu cortar suas taxas pela metade.
Mantega falou com presidentes de BB e Caixa
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, para quem o spread bancário é “absurdo”, vem acompanhando de perto as medidas propostas pelos bancos. Ele ordenou que se mudasse o plano anterior de fixar uma taxa única de 2% ao mês para a maioria dos clientes das instituições. O ministro não queria correr o risco de aumentar os juros para algumas empresas que já conseguem taxas mais baratas quando negociam diretamente com o gerente de suas contas.
Mantega falou diretamente com os presidentes do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e da Caixa, Jorge Hereda, que tiveram reuniões para tratar do assunto na semana passada. Depois levaram os planos das duas instituições para Dilma dar seu aval.
Até segunda-feira, os executivos devem estar com todos os cálculos exigidos pela presidente. Os números devem garantir ao mercado financeiro que, mesmo com a redução do lucro das instituições em cada operação, os bancos públicos conseguirão se equilibrar pelo aumento do número de clientes.
O pacote de redução do spread deve levar o Tesouro Nacional a injetar recursos nos bancos públicos para que eles possam emprestar mais sem ultrapassar os limites de capacidade de empréstimo fixados pelo Banco Central. Outra instituição que vai receber recursos será o BNDES. Segundo técnicos do governo, neste caso, a capitalização deve chegar a R$ 30 bilhões e será usada para reforçar o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que fornece crédito para a compra de bens de capital e componentes; caminhões; inovação tecnológica e engenharia; tratores e máquinas; bens de informática e telecomunicações.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/taxa-de-juro-do-cheque-especial-pode-cair-para-3-ao-mes-4336991#ixzz1pN34votn
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quinta-feira, 15 de março de 2012

SÃO TOMÉ: BABÁ E MIGUEL EM RIBEIRÃO PRETO

Prefeito Babá e o vice-prefeito Miguel estão em Ribeirão Preto/SP, A convite do Núcleo de Apoio à Municipalização do Ensino (NAME), os mesmos foram conhecer a experiência educacional do município de Cajuru/SP e o trabalho do NAME. Cajuru é um pequeno município cujo IDEB está muito acima da média nacional, 8,6... E o NAME é a equipe que coordena os projetos educacionais do município. A expectativa é que possam trazer algo de importante para melhorar o nosso IDEB cuja projeção é 3,1. 


FONTE: BLOG SÃO TOMÉ INFORMES

VER. JARDEL DISCURSA NA CÂMARA

Nas considerações finais de hoje falei sobre o Projeto de Lei 011/2012 do Executivo que aumenta em 10% sobre o salário dos Agentes de Saúde.
Parabenizei toda categoria pela luta, vocês que fazem um grande trabalho merecem um salário melhor, sei que que vocês desempenham as suas funções com bastante carinho e dedicação, mas a questão financeira é sem dúvida muito importante e indispensavel.
Parabens por mais uma conquista!!!

Falei também de momentos importantes que o Municipio vem passando na sua organização, por exemplo:
recentemente esta Casa recebeu do Executivo o Projeto de Lei Complementar que Institui o Regime de Próprio de Previdencia Social, muito importante para os Servidores Públicos Municipais, o mesmo se encontra nas Comissões. O Estatuto dos Servidores que estamos perto de concluir e uma velha Reivindicação e sonhado por todos os Servidores que é Plano de Cargo, Carreira e Salários - PCCS, se Deus quiser vamos conseguir essa conquista.

terça-feira, 13 de março de 2012

Paulo Davim lamenta atraso brasileiro no saneamento básico

Dados do Sistema Nacional de Saneamento Básico, apresentados pelo senador Paulo Davim (PV-RN) nesta terça-feira (13), indicam que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer um busca da universalização dos serviços de fornecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. De acordo com os números do Ministério das Cidades, 53% da população brasileira não dispõem de coleta de esgoto e, dentro o que é coletado, apenas 38% recebe o tratamento adequado. Os resultados, salientou o senador, são prejuízos para a saúde e a qualidade de vida da população.
- O saneamento básico tem reflexo na qualidade de vida. O esgoto a céu aberto leva a vulnerabilidade para se contrair doenças. Nos últimos dez anos mais de 60 mil pessoas morreram por diarreia, dengue e outras de veiculação hídrica – disse.
Apesar do quadro ainda desalentador, Paulo Davim aponta melhoras na forma como a sociedade vê o problema. Hoje, sustentou o senador, as obras de saneamento têm mais visibilidade.
- Há 10 anos, as obras era realizadas em 59% dos municípios; hoje as obras de fornecimento de água já existem em 90% dos municípios - afirmou.
Paulo Davim aproveitou o pronunciamento para cumprimentar a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, que firmou convênio com a Fundação Nacional de Saúde, no valor de R$ 22 milhões, para a construção de aterro sanitário na região do Seridó e do Alto Oeste. Também foi assinado convênio com o Ministério do Meio Ambiente para investimentos no Plano Estadual de Resíduos Sólidos.
Agência Senado

Natal: Vereadores aprovam isenção de taxas de inscrição em concursos


O plenário da Câmara Municipal de Natal aprovou na tarde desta terça-feira (13), em segunda discussão, o Projeto de Lei nº 215/2011, que dispõe sobre a isenção do pagamento de taxas de inscrição em concursos públicos para os convocados e nomeados que efetivamente trabalharem como mesários nas eleições político-partidárias. A matéria segue para sanção do executivo.
O autor do projeto, o presidente da CMN, vereador Edivan Martins (PV), afirmou que o projeto tem como objetivo estimular as pessoas a participarem do processo eleitoral. “Esta isenção do pagamento das taxas de inscrições de concursos públicos municipais, além de um estímulo, é uma contribuição para a justiça eleitoral”, ressaltou o presidente.
nominuto.com

LIBERTADORES



Taça Libertadores 2012 - 3ª rodada Qui. 15/03 às 22h00 - Engenhão
  • FlamengoFlamengo
  • OlimpiaOlimpia - Paraguaio

Anvisa proíbe cigarros com sabor, mas mantém adição de açúcar

Cigarros com aditivos como mentol e cravo terão de sair do mercado.
Agência manteve liberação do açúcar, usado na produção do tabaco.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (13), por unanimidade, pela proibição do uso de aditivos de sabor como o mentol e o cravo nos cigarros comercializados no Brasil. A adição de açúcar continua permitida, conforme queriam os produtores. A medida também impede a importação de produtos do tipo, mas não afeta a produção nacional destinada para exportação.
Os fabricantes terão até 18 meses a partir da publicação da norma para retirar do mercado nacional todos os cigarros com sabor. No caso de outros derivados de tabaco, como fumos para cachimbos, serão 24 meses.
Os representantes da indústria de tabaco se colocaram a favor da proibição dos aditivos com sabor de frutas ou adocicados com sabores diferentes do tabaco, tais como chocolate, morango e cereja. Porém, para os produtores, o mentol e o cravo deveriam ser mantidos, por que, segundo eles, não há comprovação científica de que essas substâncias tornem o cigarro mais palatável ou mais nocivo.
Ao todo, a norma enumera oito aditivos, como, por exemplo, os conservantes, que continuam permitidos porque não alteram o sabor do cigarro. Caso, no futuro, a Anvisa se convença de que há outras substâncias que também não influem no aroma da fumaça, a lista pode crescer.
Açúcar
Apesar da proibição da maioria dos aditivos, o açúcar foi mantido na lista de produtos permitidos para repor o que a planta possui naturalmente e perde durante a preparação do tabaco.
Queríamos demonstrar que nosso processo regulação não tem como alvo os agricultores."
Agenor Álvares, diretor da Anvisa
Os diretores da Anvisa justificaram a decisão e responderam às críticas de que o órgão teria recuado em relação à proibição da inclusão de açúcar nos cirgarros.
"Também queríamos demonstrar que nosso processo regulação não tem como alvo os agricultores. Pode ser que no futuro a Anvisa caminhe para uma resolução mais forte e que venha a banir a questão do açúcar no cigarro", disse Agenor Álvares, um dos diretores.
A técnica usada para produção de cigarros no Brasil, chamada "American blend" ("mistura americana", em inglês), envolve uma combinação de folhas de tabaco que tem um sabor muito ruim e é impossível de ser usada em cigarros sem o auxílio do açúcar, segundo Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco), uma das entidades que representa os produtores.
“Sem o açúcar, esse tabaco não tem condições de ser usado”, apontou Schünke em entrevista dada ao G1 antes da reunião. “Não estamos falando de sabores atrativos. Aqui é sabor de tabaco”, esclareceu.
A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) afirmou ser contra a proibição de substâncias que, segundo a entidade, não aumentam os riscos e não tem relação direta com o sabor característico, tais como conservantes, umectantes e açúcar.
“Seguir nesta linha, além de configurar desvios da proposta, resultaria na inviabilização da fabricação dos cigarros do tipo ‘American blend’”, afirmou o representante da entidade, Carlos Fernando Costa, presente à reunião.
‘Armadilha’
Na avaliação dos especialistas técnicos da Anvisa, baseados em estudos científicos, os aditivos de sabor não fazem mais mal ao organismo que um cigarro sem eles, mas são usados para “atrair” novos fumantes -- principalmente os mais jovens.
Participaram da audiência uma série de pesquisadores de diversas áreas da saúde que falaram sobre os riscos do tabagismo e dos efeitos benéficos de banir os aditivos nos cigarros. O principal argumento em defesa da proibição é a capacidade do sabor de tornar o produto mais agradável aos iniciantes.
“Os aditivos no tabaco são armadilha para que nossas crianças comecem a fumar. Colocar morango, menta canela, açúcar diminui a irritabilidade, aumenta a aceitação a desse produto e promove a experimentação”, afirmou a pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, Vera Luíza da Costa e Silva.
“Fumar não é um hábito, é doença. Estaremos negligenciando nossas crianças, se permitirmos os aditivos, estaremos facilitando a entrada delas no vício. Estamos falando de saúde e não de negócios”, completou o representante da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Márcio Gonçalves de Souza.
Qualquer produto que facilite o jovem de utilizar o tabaco deve ser banido. Não deve ser apenas restringido"
João Paulo Becker Lotufo, pediatra da USP
Segundo o médico pediatra do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP), João Paulo Becker Lotufo, 1,5 % da população entre 7 e 10 anos está tendo experiência com o tabaco.
“Qualquer produto que facilite o jovem de utilizar o tabaco deve ser banido. Não deve ser apenas restringido.”, afirmou Lotufo.
Impacto
Segundo a Anvisa, o número de marcas de cigarro com sabor disponíveis no mercado quase dobrou entre 2007 e 2010, de 21 para 40. Cerca de 600 aditivos são usados na fabricação de cigarros – 10% da massa de um cigarro é, na verdade, composta por aditivos.
Os produtores afirmam que 2,5 milhões de empregos estão ligados à cadeia produtiva do cigarro, especialmente na região Sul. Cerca de 15% do tabaco produzido no Brasil é voltado para o mercado interno. Os principais compradores são os países da União Europeia e do Extremo Oriente.
Timeline cigarro VALE ESTE (Foto: arte/G1)